(G)abriel (L)eitzke, (Art)ista.

O pseudônimo surgiu em meados de 2013, com a palavra “Art” logo após as iniciais do meu nome e sobrenome. Somente para facilitar a divulgação, se destacar, ser diferente… ‘Gabriel’ é comum demais e ‘Leitzke’ é impronunciável. “GL Art” soava bem melhor!

Arte por amor a arte.

Por anos, me dediquei ao realismo. Enfim, descobri a paixão em experimentar, conhecer materiais, técnicas, estilos… Hoje, sou um divulgador da arte, não almejo ser referência, ou um especialista. Só quero apresentar ao público variadas formas de fazer arte.

Uma folha de árvore

Eu procuro ver arte em tudo ao meu redor, quanto mais inusitado, mais me agrada. Gosto de experimentar superfícies e materiais inesperados e surpreendentes.

Até uma carta de baralho

Após ser lixada e preparada, até mesmo uma carta de baralho pode ser uma tela perfeita para um desenho. Desafios me agradam, até mesmo aqueles que exigem além dos meus problemas de visão.

A beleza do realismo

Por vezes desprezado, por vezes exaltado. Grande parte da minha base artística veio do realismo, hoje eu não busco mais essa técnica, gosto que meus desenhos pareçam desenhos. Mas, sempre haverá um carinho especial.

Perspectiva forçada

Foi na arte em parede que encontrei o estilo que mais amo fazer, mas não posso. Assim como a vida, a arte também é feita de escolhas e hoje eu escolho criar mais, experimentar o novo, mesmo que signifique abrir mão de algo importante.

Senta que lá vem história!

Nasci numa família de artistas, aliás, meus pais se conheceram graças a arte. Comecei na música aos 9 anos (talvez antes, se contarmos as aulas de flauta doce), lecionei violão pela primeira vez aos 12 e minha última vez dando aula foi aos 25. Passei para o teatro aos 14, escrevi roteiros, dirigi, gravei e editei cinco curtas-metragens e um filme de 70 minutos. Não que qualquer uma dessas “”produções”” tivessem qualquer qualidade, mas foram essenciais para o que futuro me trouxe. Foquei no desenho aos 17 – com um breve período tatuando, mas essa parte é melhor deixamos de lado – e, na pintura, comecei aos 24. Me formei em Produção Publicitária, depois em Artes Visuais (também me formei em Educação Física, mas é outro ponto a ser ignorado). Comecei a pintar paredes e quando parecia que tudo daria certo, veio a pandemia… Encaminhei projetos, participei de editais e, caso nada funcionasse, baixei o TikTok! Depois disso… Tudo mudou!